O Hannya é um exemplo dos muitos tipos diferentes de máscaras usado pelos atores japoneses tradicionais de teatro Nô. É representado por uma face com chifres, grandes olhos, dentes pontiagudos, combinados com um olhar de puro ressentimento e ódio. Sua expressão de sofrimento em torno dos olhos e das vertentes do cabelo que sempre aparece representada de uma maneira desordenada, demonstra a sua paixão desvairada.
Diferentemente do conceito Ocidental para inferno e demônios, o julgamento no budismo japonês é que demônios são os confusos sentimentos humanos como a paixão, ciúme e ódio que podem transformar homens e mulheres nessas terríveis criaturas.
A palavra Hannya vem do sânscrito, onde seu significado nada tem a ver com o Demônio japonês.
Trata-se de uma virtude atribuída a Buda. Existe até uma oração conhecida como 般若波羅蜜多心經 Hannya Haramitsu Shingyô (Sutra do Coração). Como amuleto, funciona espantando os maus espíritos. Por esse motivo, é comum encontrarmos no comércio, pequenas máscaras de Hannya feitas de várias matérias-prima, as quais são adquiridas para proteger a casa, comércio, academias e até carros.
Caso formos analisar este conceito, somos todos Hannyas escondidos através de máscaras do dia a dia. Quem não sente ciúmes, ódio, rancor e outros sentimentos de natureza semelhante? Uma hora ou outra teremos nossos próprios dentes pontiagudos e chifres gigantes.
Hannyas, para mim, são a expressão artística mais pura dos sentimentos humanos, onde é mostrado a verdadeira natureza sentimental do homem. Nunca um homem rancoroso e vingativo ou uma mulher ciumenta e deprimida são coisas românticas e fáceis de se ver. O lado feio, grotesco e ruim esta presente. Mesmo assim não devemos ter vergonha de termos tais características e sermos comparados a "demônios". Faz parte do ser humano.
Somos todos Hannyas.
Diferentemente do conceito Ocidental para inferno e demônios, o julgamento no budismo japonês é que demônios são os confusos sentimentos humanos como a paixão, ciúme e ódio que podem transformar homens e mulheres nessas terríveis criaturas.
A palavra Hannya vem do sânscrito, onde seu significado nada tem a ver com o Demônio japonês.
Trata-se de uma virtude atribuída a Buda. Existe até uma oração conhecida como 般若波羅蜜多心經 Hannya Haramitsu Shingyô (Sutra do Coração). Como amuleto, funciona espantando os maus espíritos. Por esse motivo, é comum encontrarmos no comércio, pequenas máscaras de Hannya feitas de várias matérias-prima, as quais são adquiridas para proteger a casa, comércio, academias e até carros.
Caso formos analisar este conceito, somos todos Hannyas escondidos através de máscaras do dia a dia. Quem não sente ciúmes, ódio, rancor e outros sentimentos de natureza semelhante? Uma hora ou outra teremos nossos próprios dentes pontiagudos e chifres gigantes.
Hannyas, para mim, são a expressão artística mais pura dos sentimentos humanos, onde é mostrado a verdadeira natureza sentimental do homem. Nunca um homem rancoroso e vingativo ou uma mulher ciumenta e deprimida são coisas românticas e fáceis de se ver. O lado feio, grotesco e ruim esta presente. Mesmo assim não devemos ter vergonha de termos tais características e sermos comparados a "demônios". Faz parte do ser humano.
Somos todos Hannyas.

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